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O Flamengo não convidou o presidente Jair Bolsonaro para assistir à final da Libertadores, jogo marcado para o dia 23 de novembro, em Santiago, no Chile. O clube também esclareceu que não entregou para o pesselista o agasalho dado ao presidente da China, Xi Jinping.

Segundo informou a assessoria do clube carioca, no momento o foco é ganhar a taça e não selecionar nomes para assistir à partida. “Temos 12 mil ingressos, precisamos garantir que nossos torcedores tenham acesso a eles”, declarou.

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Bolsonaro se encontrou com Jinping nesta sexta-feira 25 e no final da reunião deu para o chefe de Estado um uniforme do Flamengo dizendo ser o melhor time do Brasil da atualidade. “O Brasil inteiro hoje é Flamengo. E daqui a um mês e meio [quando termina a Copa Libertadores], 1,3 bilhão de chineses também serão Flamengo”, afirmou o presidente, assumidamente palmeirense, mas um excelente pegador de carona para questões populistas.

O presente dado por Bolsonaro é a versão antiga do uniforme, que foi criada há três anos – ao menos, aparenta ser de um distribuidor oficial.

A assessoria do Flamengo esclareceu que se o presidente quiser comparecer ao jogo ou participar da entrega da taça, caso o time venha a ganhar, ele precisa pedir autorização para o presidente do Chile ou para a Conmebol.

Em junho, Bolsonaro acompanhou a vitória por 2 a 0 do Flamengo sobre o CSA no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, ao lado do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

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