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Os 12 dias de protestos de movimentos indígenas e sociais contra o presidente do Equador, Lenín Moreno, terminaram com um balanço de oito mortos, 1.340 feridos e 1.192 pessoas presas.Os números foram divulgados nesta segunda-feira (14/10) pela Defensoria Pública, instituição nacional que monitora a situação dos direitos humanos do país, após o acordo entre governo e indígenas para interromper a onda de manifestações.Os protestos foram desencadeados por um decreto de austeridade de Moreno que acabava com os subsídios públicos ao preço dos combustíveis, como parte de um pacote para garantir um empréstimo de US$ 4,2 bilhões do Fundo Monetário Internacional (FMI).Desde o último dia 2 de outubro, o país se viu tomado por uma série de protestos contra as medidas econômicas anunciadas pelo governo, que incluíam o fim dos subsídios aos combustíveis – gerando um reajuste de mais de 100%.Indígenas fazem funeral de manifestante morto durante protestos no Equador (Conaie/Twitter)

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