Revista Fórum

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Em mais um sinal de que este governo e os integrantes do PSL não se entendem e, definitivamente, não falam a mesma língua, o deputado Delegado Waldir (PSL-GO), líder do partido na Câmara, voltou atrás sobre o que disse em um áudio vazado. Ele afirmou que que iria “implodir” o governo Bolsonaro, a quem chamou de “vagabundo”.

Com a repercussão, Waldir recuou. Em entrevista, na tarde desta quinta-feira (17), em Brasília, ao ser questionado sobre o que ele teria para implodir o governo, o deputado deu uma resposta, no mínimo, estranha.

“Nada. É só questão de… É uma fala de emoção, né? Um momento de sentimento. É uma fala num momento de emoção, né? É uma fala quando você percebe a ingratidão. Tenho que buscar as palavras. Tenho que buscar as palavras”, tentou se explicar.

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“Somos Bolsonaro”

Em seguida, piorou a situação: “Nós somos Bolsonaro. Nós somos que nem mulher traída. Apanha, não é? Mas mesmo assim ela volta ao aconchego”, disse, em comparação mais do que infeliz.

Para completar, Delegado Waldir afirmou ainda ser possível “pacificar” a bancada do PSL. De acordo com ele, os 53 parlamentares votarão “integralmente” segundo os interesses do governo. “Não tem nenhuma ruptura, não tem nenhuma perseguição, não tem nada”.

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