Tijolaço

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A Fundação Getúlio Vargas divulgou o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de dezembro, que subiu 2,9%.

É o mais alto apurado em um mês desde fevereiro de 2003, ainda na ressaca da eleição do ano anterior e de seu “efeito Lula”.

A última vez que o IGP-M passou de 1% foi na greve dos caminhoneiros de 2018, por motivos óbvios e, claro, rapidamente reversíveis com a normalização dos transportes.

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Agora, porém, não se pode dizer o mesmo da influência dos preços da carne. E, ainda que este pare de subir, ainda há uma fieira de outros preços que se elevam: o diesel semana passada, o gás de cozinha hoje, provavelmente a energia elétrica, também hoje.

Entram aí também transportes públicos e cursos e escola que, em janeiro deste ano, tiveram alta ficou em 6,61%, em média, no ensino fundamental, e em 5,45% no ensino médio, segundo o IBGE.

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