Viomundo

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Da Redação

Depois de atingir o número recorde de U$ 390 bilhões, durante o governo Bolsonaro, as reservas do Brasil cairam para U$ 365 bilhões em seis meses.

Enquanto recebe palmas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que quebrou o Brasil durante sua gestão, Paulo Guedes torra dólares para segurar o câmbio.

Para o economista Marcio Pochmann, a mídia adepta do plano econômico bolsonarista — com milícias, com tudo — teve uma crise de amnésia em relação à fuga recorde de dólares em dezembro.

De janeiro a novembro de 2019, U$ 27 bi haviam fugido do Brasil.

De acordo com a Reuters, “no acumulado de 2019 até dia 27 de dezembro, o fluxo cambial mostrou déficit de US$ 43,253 bilhões, de longe superando o pior resultado anual até então: saída de US$ 16,182 bilhões em 1999”.

Foi um recorde desde 1982, quase quarenta anos!

Apesar do viés positivo da cobertura econômica, especialmente na Globo, Pochmann vem disparando dardos de alerta nas redes sociais:

por Marcio Pochmann, no twitter

Sob o argumento de reduzir custos do Estado, o governo Bolsonaro proibe concursos e extingue 27,5 mil cargos públicos.

Em breve, o país tomará conhecimento de seus efeitos na piora da saúde com o desaparecimento de agentes de saúde e guardas de endemia, entre outros problemas.

[...]

Brasil no rumo do século 19, confirma o ministério da Economia que em 2019, o Brasil teve mais produtos básicos (baixo valor agregado, como minerais, frutas, grãos e carnes) exportados que manufaturados.

Foi a 1° que isso aconteceu desde 1980.

Governo curupira, caminha para trás.

Na retórica neoliberal, as reformas realizadas elevariam a confiança dos endinheirados que trariam seus recursos externos para investir e fazer a economia crescer.

Está ocorrendo justamente o inverso, com debandada inédita de dólares do país.

Cadê a autocrítica?

Por que a mídia esconde saída recorde de dólares em dezembro, que faz de 2019 o ano de maior fuga de capitais desde 1982, segundo o Bacen.

O déficit cambial só foi maior em 1999, quando FHC quebrou o Brasil e foi ao FMI.

Sem a herança petista da reserva externa, o FMI retornaria.

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